quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Dia 15 de outubro


Caros amig@s, Professores e Professoras! Recebam com carinho esta singela homenagem, em anexo, que faço a nós - arquitetos de sonhos, lavradores de esperanças, trabalhadores da educação...
Nunca terá, para os verdadeiros educadores, significado algum o dia 1º de Setembro. Este é o nosso dia - 15 de Outubro, junto com nossos pares, pela tarefa única, imprescindível e nobre de educar.
Um grande abraço!

Prof. Roberto Camargos Malcher Kanitz
===============================================
UNYK : 489 YLG

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Black Sabbath "As três macaras do terror"







Terry "Geezer" Butler viu este filme. Numa bela tarde dos psicodélicos anos sessenta, notou um cartaz publicitário de "I Tre volti della paura", ou "Black Sabbath", como seria chamado na Terra da Rainha. Neste cartaz, Boris Karloff cavalga alucinado, carregando uma cabeça decepada.

"- Se eles ganham dinheiro fazendo filmes que assustam as pessoas, nós ganharemos fazendo músicas que assustam as pessoas!".

Então Gezzer Butler mudou o nome de sua banda de Earth
para Black Sabbath
. Formava-se então uma das maiores bandas de rock de todos os tempos.

Black Sabbath: As Três Máscaras do Terror” é uma coleção de três contos que se tornaram clássicos do cinema de horror. O primeiro, "O Telefone" (The Telephone), conta a história de uma bela mulher que é ameaçada de morte pelo telefone. No episódio seguinte, "O Wordulak" (The Wordulak), uma família aguarda o retorno do patriarca, que enfim volta ao lar, porém contaminado por um vampiro. No último episódio, chamado "A Gota d'água" (The Drop of Water), o fantasma de uma condessa retorna do além para cobrar um anel roubado durante o preparativo para seu funeral.
O cinema italiano revisitou o gênero horror, ao construir, na década de 50/60, as diretrizes de um novo universo, repleto de sofisticação visual, forjado em cores berrantes e ambientado em uma atmosfera barroca regada pelo sobrenatural e pelas forças ocultas.

Mario Bava foi o primeiro grande expoente deste movimento. Mais do que isso, Bava foi o responsável pela concepção de uma variante do gênero que se chamaria Giallo. Para quem não sabe, "Amarelo" (Giallo, em italiano), é uma espécie de thriller que derivou dos livretos de suspense e mistério (em especial os escritos por Edgar Wallace), cujas capas eram amarelas (assim como o cinema Noir, preto em francês, vem dos livros policiais cujas capas eram negras). Nos Giallo de Bava e Dario Argento alguns elementos se tornariam marca registrada, como o assassino em série mascarado, sempre impiedoso, qual vemos apenas seus passos e suas mãos armada com instrumentos cortantes.








O segmento "O Telefone" é um genuíno Giallo. Repleto de detalhes, que sufocam o expectador, assim como sufoca a vítima, uma bela prostituta chamada Rosi. Um enredo simples, que se resume a uma noite em que a jovem recebe várias ligações a ameaçando de morte. Com medo de ficar só, Rosi convida sua ex-amante Mary para dormir em sua casa. A trama polêmica culmina num terrível assassinato. Ciúmes, libido e morte. O expectador mais atento vai notar ainda uma influência direta deste conto na seqüência inicial do horror teen de Wes Craven, “Pânico”. Adaptado por F. G. Snyder, inspirado levemente numa história de Guy de Maupassant, o episódio traz no elenco as belas Michèle Mercier como Rosy e Lidia Alfonsi como Mary. Ousou ainda em apresentar cenas de nudez feminina em pleno início dos anos 60. As peladonas se tornariam também marca registrada nas produções de horror italianas da próxima década.


A brilhante união entre dois monstros sagrados do cinema de horror, Boris Karloff e Mario Bava, resultou no segundo conto, "O Wurdulak". Este é o mais longo dos segmentos. É uma história de vampiros, onde Gorka (Karloff), um camponês russo é transformado em um Wurdulak (um tipo de vampiro que suga apenas o sangue das pessoas que ama) e ameaça toda sua família. A fotografia repleta de cores vivas, as sombras e formas "expressionistas", a direção de arte e os cenários, tudo perfeitamente entrelaçado numa verdadeira obra-prima de horror. Tudo isso ainda estrelado pelo veterano Karloff. Destaque para a sinistra seqüência em que o "garotinho", já transformado, grita pela mãe. Excelente adaptação do conto escrito pelo russo Aleksei Tolstoy (primo de Leon Tolstoy).

A trama do último episódio, escrito por Ivan Chekhov, bem que poderia ser o roteiro de um filme de terror Japonês. Apesar da simplicidade do enredo, onde um espírito se vinga de uma enfermeira que lhe roubou uma jóia, "A Gota d'água"
é o mais aterrorizante dos três segmentos. E o terror é resultado da soma de pequenos detalhes, como os estranhos ângulos da câmera, o som sufocante da "gota d'água", a mosca, a iluminação deficiente e a trilha sonora perturbadora. Mais uma prova da maestria e do brilhantismo de Bava.


O título original italiano “I Tre Volti de La Paura” poderia ser traduzido como "As Três Faces do Medo". São três contos, três faces, três máscaras do terror. A primeira máscara, em "O Telefone" é a sexualidade, que acaba motivando a violência e o assassinato. A segunda, em "O Wurdulak", é a família corrompida por um membro contaminado. A terceira máscara, em "A Gota d'água" é a loucura, a perda da capacidade de distinguir o real do pesadelo.

Alguns trabalhos de Mario Bava estão disponíveis em DVD por aqui. Dentro do gênero horror/fantástico, além de “
Black Sabbath – As Três Máscaras do Terror”, foram lançados o ótimo "A Máscara de Satã" (1960, pela Works), com Barbara Steele e o psicodélico "Hércules no Centro da Terra" (1961, pela Classic Line), com Christopher Lee e Reg Park.

A versão de "
Black Sabbath: As três Máscaras do Terror" lançada pela Works aqui no Brasil é a original, italiana. Os distribuidores americanos, na época em que o filme foi lançado nos EUA, inverteram a ordem dos contos, mudaram a trilha sonora, deceparam o filme conseguindo transformar uma obra-prima em um filme medíocre (parecem que são experts nisso, não?).


Juno



Por Pedro Camacho


Os americanos conseguem fazer uma comédia romântica da lista telefônica. Vejam o caso de Juno, vencedor do Oscar de roteiro original de 2008, o filme é basicamente uma comédia moderninha que tem de fundo temas como gravidez na adolescência, aborto e adoção. Coloque uma trilha sonora de bandas descoladas em cima disso tudo e pronto. Depois é só esperar pelos votos da academia.


Escrito pela ex-stripper Diablo Cody, o filme não disfarça que é na verdade um conto de fadas. Afinal alguém que já foi uma striper com certeza sabe fantasiar. Na vida real se sua filha menor de idade aparecesse grávida, o mínimo que se espera, é que pratos sejam quebrados, ameaças sejam feitas e ao menos duas ou três viaturas da polícia sejam envolvidas. Nada disso acontece no filme. E não importa em que mundinho de faz-de-conta a roteirista viva, solteiros ou recém divorciados nunca receberiam permissão da justiça americana para adotar uma criança. Nem no Brasil maravilha seria possível.


Dirigido sem muito esforço por Jason Reitman, o mesmo do enganador, Thank You, For Smoking (Obrigado Por Fumar), Juno tem vários furos no roteiro alguns intencionais outros por omissão, o que reforça a estranha superficialidade da película. A idéia parece ser tornar os assuntos tratados no filme, em algo tão trivial e corriqueiro como escovar os dentes. Tipo, só na cabeça de uma ex-stripper mesmo.


Para piorar as coisas, Juno é desse tipo de filme que a cada seqüência é introduzida por uma nova canção na trilha sonora. Sem falar nas inúmeras referências musicais presentes no roteiro moderninho. Bandas como Iggy Pop & The stooges, The Runaways, Sonic Youth e Melvins, por exemplo, são citadas nominalmente. Tudo só para mostrar o quão moderninha e descolada é a protagonista Ellen Page, que é a melhor coisa do filme. Já o pai da criança, Michael Cera, de Arrest Development repete, basicamente, seu antigo papel na série. Quer dizer, ao menos sua interpretação é idêntica.


No final das contas, Juno talvez seja a mais improvável comédia romântica de todos os tempos. Mas isso não é necessariamente um mérito. Parece mais uma concessão mercadológica de alguém que quer agradar conservadores e liberais, com um filme com potencial para ofender ambos.

Encerrando ciclos - por Glória Hurtado

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver... Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passadoos momentos da vida que já se acabaram... Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntandopor que isso aconteceu... Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó... Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: Teus amigos, Teus filhos, Teus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado... Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará... Não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e diauma ligação com quem já foi embora e não tem a menor possibilidade de voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora... Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem... Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora, soltar, desprender-se... Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que compreendam seu amor... Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais... Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal". Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará! Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa. Lembre-se que nada ou ninguém é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos, não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem você é... Esta é a vida!

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

O Desabafo de Alex (Vale a pena ler)

É COM PAZ NO CORAÇÃO QUE ESCREVI, E ESPERO QUE SEJA COM O CORAÇAO E MENTE ABERTA QUE LEIAM AQUELES QUE SE INTERESSAREM...

O Sabor, o Saber e a mosca na minha sopa...

Algumas reflexões são como o fio de Ariadne que nos resgatam de um labirinto de livres associações e idéias desconexas, até um ponto exato onde tudo parece ter um sentido real, uma razão maior, um gerente que coordena todo este grande movimento universal. Este caos cotidiano que parece envolver nossas sinapses numa expressão maior da esquizofrenia que vivemos, também nos põe diante de uma caixa de Pandora pessoal, atônitos, curiosos e apreensivos se devemos abrir ou não a caixa ...Diante do universo de Neo, de ficar na Matrix ou tentar sair dela...

Será que devemos tomar a pílula azul ou vermelha ?

Morpheu :
- Se tomar a pílula azul a história acaba e você acordará na sua cama acreditando no que quiser acreditar.
- Se tomar a pílula vermelha ficará no País das Maravilhas e eu te mostrarei até onde vai a toca do coelho.
O Reino de Morpheu é perverso no sentido em que nos tira os “antídotos necessários” como diria Nietzsche e nos obriga a lidar com uma perspectiva de realidade tão nova quanto absurda. Tão absurda quanto atrativa, e tão apavorante quando líquida... Sem a consistência que sempre encontramos nas historinhas de carochinha que aprendemos desde cedo a acreditar e construir nossa frágil realidade com este pano de fundo.
E nada costuma me perturbar tanto quanto Teatro da Modernidade com seus “Espetáculos de Democracia”, onde tudo parece tão livre, tão honesto, tão justo e tão DEMOCRÄTICO...As pessoas se envolvem em debates acalourados, se ofendem, se expõem mutuamente e saem normalmente com um balanço muito pior que o inicial. Da sempre aquela sensação que ninguém vale nada, que todo mundo tem um esqueleto, e que o único objetivo da POLÏTICA é de cunho pessoal e ilícito. É apenas uma busca de poder e riqueza num prazo menor...É um investimento...

Isto me trouxe a seguinte reflexão:

“Atras de todos os nossos movimentos e decisões não está unica e exclusivamente um investimento com objetivos pessoais ?”
E novamente revisito Nietzsche em “Alem do bem e do Mal”, quando ele defende a tese de que “não existe fenômenos morais e sim interpretações morais dos fenômenos”. E novamente revisito minha adolescência, a militância no movimento estudantil, a colaboração com o movimento sindical, meu trabalho, afetos, amores e amigos...
Curiosamente atras de tudo isso esbarro na ESPIRITUALIDADE.
Não houve momento na história da humanidade onde os indivíduos de uma única geração fossem testemunhas de tantas transformações de proporções planetárias com impactos profundos tanto na geografia e sociologia do mundo quando no psiquismo e no modo de viver mais íntimo dos indivíduos deste orbe. Minha geração cresceu em um mundo que amadurecia formas de controlar e torturar as mentes, com meios mais modernos que os usados na Idade Média pela Igreja Católica. Vivíamos sobre uma polaridade política de Socialismo e Capitalismo, entre Liberdade e Segurança. Vivíamos também os resquícios do medo de uma nova Guerra Mundial, de catástrofes e de apocalispe... De fim de mundo...
Minha geração teve de acreditar e desacreditar em tanta coisa que acabou desacretidando de si mesma e preferiu se entregar a alienação e ao ostracismo. Optou pela ignorância, pelo imediatismo e pela filosofia barata.
Tivemos sonhos destruídos mais de uma vez. Tivemos ideologias pra dar com pau e até este momento caímos neste profundo abismo de obscuridade. Neste Vazio...
Eu vi o Muro de Berlim cair e com ele nossos sonhos de um mundo justo, de um socialismo mundial. Descortinava aos nossos olhos os inegáveis desmandos e absurdos do regime que tanto admirávamos e que lutávamos por ele numa América Latina Socialista. Mesmo o mais eloquente tinha de se silenciar diante do fato inequívoco e indiscutível que a “União das Repúblicas Socialistas Soviéticas” veio abaixo e com ela uma geração inteira de sonhos e corações partidos. Países em guerras absurdas, se dissolvendo em conflitos étnicos e religiosos que deram origem a estados cada vez menos tolerantes e mais reacionários ainda. Era a vitória do NEOLIBERALISMO. Sofri muito porque tive de negociar com minhas próprias dores, sonhos e ideais. E como era bem jovem talvez tenha sido mais fácil...
Vi prosseguir o desastre que era um sistema opressor que pregrava um crescimento infinito num planeta com recursos finitos. Que pregava a desigualdade entre os povos e o extermínio de culturas milenares, o desrespeito a ARTE, e sua massificação como produto de consumo. Fui testemunha de uma Europa que se desfez em menos de 20 anos, levando os McDonalds ao Museu do Louvree, a EuroDisney e os patéticos condomínios de classe média da Costa do Sol na Espanha que ao ver com tristeza neste verão de 2007 a cidade de Cadiz se transformar numa zona de especulação imobiliária agressiva, transformando os arredores de Sevilha, Cadiz e Jerez numa Guarapari no hemisfério norte... VI o Caminho de Santiago se popularizar como a “trilha do turismo barato”, destruindo as bucólicas vilas de mais de 10 séculos e novamente trazendo a tona o poder da Primazia Católica Espanhola numa terra que acreditava eu progredia.
Vi Paris se tornar um grande mercado de marcas sem história e a elegância dos cafés e da histórica intelectualidade no Quartier Latin, cheia de turistas com sacolas, cafés a 3 euros, e quase tudo igual a Las Vegas. Parecia que o mundo estava se tornando um só... Plano demais...
Nos idos dos anos 90, vi a privatização de tudo que eu achava que devia ser um direito de um cidadão deste planeta e não um produto de consumo. Privatizaram a saúde, a educação, a água, a energia, as estradas, os hospitais, cemitérios, fábricas, petroléiras, institutos de pesquisa e tudo mais... Tudo virou CAPITAL...
Confuso aos meus vinte e poucos anos, sem muito dinheiro no bolso, eu assistia a tudo bastante incomodado, porque eu penso.. E já naquela época pensava e lia muito. E nunca me saia da cabeça a frase de Marx: “E quando o capital ficar maior que os estados ?”
E toda aquela conversa de “estado mínimo”. De mão oculta do mercado, de equilíbrio sistêmico quase me convenceu. O poucos bancos estatais que restavam foram privatizados, e lógico, numa sociedade ambígua ética e moralmente como é a nossa brasileira, tudo aqui ficou pela metade. Foram-se os anéis e ficaram os dedos... em alguns casos apenas...
Minas Gerais foi um dos poucos estados brasileiros que adotou e manteve a postura radical e controversa, na contramão da história. Mesmo privatizando uma coisa ali outra aqui, manteve em seu poder o controle de tudo. Da água, da Energia, do Capital de Fomento, da Pesquisa e Tecnologia, da Informática e por ai vai. Possso dizer sem equívoco que fomos pioneiros nas PPPs, uma vez que em tudo ha um dedo ou influência do PRIVADO, mas com aportes e proteção de um sistema político. Não sou inocente mais o suficiente pra achar que tudo isso ocorreu por razões ideológicas ou humanistas, mas simplesmente porque favorecia a corrupção. Mas de qualquer modo, acredito eu foi melhor assim...
Hoje diante de uma quebradeira mundial de bancos que lastreiam recursos de estados inteiros como Bélgica, Luxemburgo, Holanda e até mesmo uma boa parte dos Estados Unidos. De gigantes estremecerem como a Gasprom, Petrobras, Vale, AIG e por ai vai... E com a descarada alternativa de socialização dos prejuízos imputando aos cidadãos “do mundo todo” a responsabilidade de dividir o prejuízo causado mundialmente por um pequeno grupo que não deve incluir nem 1000 pessoas a socorrer problemas desta ordem, quando em muitas casas quando faltou a grana da hipoteca, do telefone, do pão de cada dia, tiveram seus nomes negativados, créditos suspensos e uma profunda depressão que sempre ocorre nestas ocasiões.
E o que fez o estado mínimo ?
Nada, por que era esta a posição dele.. Ser mínimo.. O mercado resolve suas próprias questões. E resolve mesmo. Resolve com Lobby, com dinheiro público e com a ameaça de piorar ainda mais a dificil vida de um cidadào numa economia globalizada onde o bater de asas de uma borboleta na China cria um terremoto no Vale do Sapucai onde desemprego, menos investimentos e outras coisas mais podem ocorrer por conta da chamada CRISE SISTÊMICA.
Confesso que sorri com ironia ao ouvir no noticiário a estatização em massa de instituições privadas no mundo todo em poucos dias. Jä pensou se fosse o Hugo Chavez que propusesse um pacote de ajuda de 700 bilhões e a nacionalização da AIG ? Ou será mesmo que o Governo americano quer aderir ao socialismo do século XXI e se aproximar da República Bolivariana da Venezuela ? Talvez tivessem algo a aprender conosco, pois aqui na America Latina, ainda temos Petrobras (mesmo que cm grande parte de ações na mão de estrangeiros), PDVSA, Banco do Brasil, BNDES, ELETROBRAS, CEMIG, ELETRONORTE, CORREIOS, SERPRO, e muitas outras instituições em poder do Estado e sob seu comando. Com corrupção ou não, aqui o brasileiro paga a conta,mas paga uma vez só. Lá agora pagam duas, três e sabe-se mais quantas vezes e onde isso vai parar...
Ruiu sim o Comunismo Soviético por meio das privatizações. E esta ruindo o Neoliberalismo Imperialista por meio das estatizações, se é que dará tempo, pois nem entre eles se entenderam ainda.
Ruiram vários sonhos, junto com tudo isso. Mas pior que tudo isso é a desaceleração mundial da capacidade de pensar, refletir e filosofar do SER HUMANO. Diante de tanta contradiçÃo e e da patética realidade das democracias ocidentais, uma nova idade média se apresenta.
Os grandes espetáculos das igrejas pentecostais e carismáticas do mundo inteiro em suas cruzadas contra seus “irmãos ilâmicos” que nunca negaram ao seu ídolo maior, Jesus Cristo (ao contrário dos seus “parceiros judeus” que negam Cristo até hoje) me retornam aos idos do século XV onde os “Auto de Fé” estremeciam ao mais simples cidadão diante do terror de ser acusado de bruxaria, heresia ou algo assim.
Ao invés de melhorarmos depois de tantos exemplos de até onde chega a perversão humana como a matança de cristãos no Coliseu, a perseguição contra os pagãos na Roma de Constantino, as cruzadas entre Cristãos e muçulmanos, o decreto de Alhambra, o massacre dos albigenses e cátaros, a noite de São Bartolomeu, o holocausto judeu, o holocausto sérvio, o holocausto palestino, e por ai vai... Agora tem gente que vai a rua defender a costela de Adão, a perseguição de muçulmanos e árabes, de imigrantes de países pobres, de gays, de turcos...

O preconceito é global mas sua atuação é local...

Novamente invoco Nietzsche que no auge do seu desespero aceitou e foi fiel ao seu SABER, que “QUEM MATA A DEUS TEM DE RENUNCIAR AO CONSOLO DO TEMPLO” ....E o que queremos hoje s ão dois pesos e duas medidas...
Queremos matar o Deus Único. Aquele que a todos criou, aceita e ama. Queremos apenas o Deus de Israel, que na verdade é Jesus Cristo pros ignorantes pregadores de uma doutrina e dogma que desconhecem mas que repetem em comunidades carentes cheias de ignorantes. Usam uma liturgia que se originou mais de 1000 anos antes de cristo com o Culto de Mitra e é ai que o SABER arranca de nós o SABOR e vira uma MOSCA NA NOSSA SOPA. Na sopa de quem pensa...
O SABOR da vida torna-se cada dia mais insípido no SABER e viver uma vida no Vazio é muito dificil. E é ai que queremos novamente a pílula azul, cortar o fio de Ariadne e fechar a caixa de Pandora...
Queremos de volta nossa ignorância. Porque precisamos de valores, de crenças, de segurança.
Queremos acreditar num CRISTO CRUCIFICADO por nós, e parafraseando SADE: “A MERDA QUANDO ESCRITA NÃO FEDE” e é por isso que temos a coragem de repetir que existe um DEUS que se fez carne e habitou entre os homens e morreu por nós...
ESTA MERDA NÃO FEDE POR QUE ESTÄ ESCRITA !
E esta escrita por um desejo materialista e perverso, pela prática de um regime que exclui, que oprime, que emprobece, que designifica o indivíduo enquanto ser humano e o resignifica seja como “FORÇA PRODUTIVA e MERCADO DE CONSUMO”
Estes que assim o desejam não renunciaram ao CONSOLO DO TEMPLO. Querem apenas migrar de Burguesia a Clero e viver na abundante vida monástica sejam estes sacerdotes de Mitra, de Delfos, de Isis, de Osiris, de Jeová, de Baal, de Krishna, Hanumann ou de Jesus Cristo. Não importa o Deus, o que queremos é o consolo do templo, sua segurança a sua proteção e o direito de pertencer a uma classe de escolhidos, de privilegiados em relação aos bilhões de outros seres humanos, geneticamente filhos de uma mesma Eva, (mesmo que seja a eva gerada da Costela de Adão) mas a quem não consideramos irmãos, nem dignos da misericordia divina....
Que morram os pecadores sobre os pés do Deus de Abrãao, de Jacó, de Maomé e de Jesus Cristo, pois só nisso estes povos concordam. De resto, há 144.000 ainda pra se diferenciar entre eles. Embora não me pareça sinceramente atitude de um Deus de amor e misericórida...
E o tal do Reino dos Céus que espere, porque no momento o que todos querem é casa, comida, carro do ano, celular da moda, internet, alguma luxúria permitida e uma boa conta corrente com altos limites de crédito e titulos de primeira classe.. Quanto a vida eterna, CAIXÃO NÃO TEM GAVETA ...

Onde será que vamos parar com tudo isso ?

E você acredita em quê ?

Que Deus pode ser tão egoista afim de privilegiar uns e outros ?
O que posso desejar ao meu próximo é que continue conseguindo manter o consolo de seu templo predileto e que continue se vendo como um SER ESPECIAL, privilegiado e filho do Deus Único e poderoso que destruirá seus inimigos... Embora me pareça um pouco violento e humano demais este Deus, ele serve como uma força eficiente de regulação social e psiquíca embora não consiga ainda nos defender de nós mesmos...
Quanto a isso sua Onipotência é questionável....
E que queimem mesmo com o fogo do verbo seus irmãos que discordam de suas teses absolutistas. Que os levem ao Auto de Fé da modernidade, que já não precisa queimar na fogueira. Basta apenas discriminá-lo a ponto de que ele perca o emprego, o sustento, a dignidade, a auto estima e o equilíbrio pessoal. O resto ele fará sozinho...
E você se verá livre do seu IRMÃO de algum jeito.. Ele acabará por cortar os pulsos, ou se encher de algum veneno lícito e permitido. Ou se tornará homem bomba e levará alguns com eles... Acho que isso o Deus de Israel permite, porque acontece tanto...
Que seja feita a NOSSA vontade, Assim na terra como no céu...
E que para fugir a nossa própria consciência, cantemos em coro no fim do tempos...
Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini Tuo da gloriam (Sl 115,1) - (Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Vosso nome dai a glória).

AMEM....

Alex Ribeiro

03/10/2008

sábado, 27 de setembro de 2008

PAUL NEWMAN


Paul Newman nasceu em 1925 e era de classe média alta, seu pai era dono de uma importante loja de materias esportivos.
Tudo indicava que Newman fosse assumir os negocios da familia, mas o "bichinho da interpretação" pegou de jeito o jovem.
Foi estudar na escola mais conceituada de interpretação o Actor Studios, nesta época conheceu sua futura esposa, a fantastica atriz Joanne Woodward.
Demorou para ter o respeito da critica, muitos o acusavam de ser uma cópia mal feita de Marlon Brando, este fato inclusive o deixava muito inseguro e sem graça, chegou em um entrevista declarar:"_ Eu sei que ele (Brando) é bem melhor do que eu, tudo que demoro 3 dias para fazer, ele consengue em 15 minutos".
Newman estreou como protogonista no longa metragem "O Cálice Sagrado", filme que ele renegava e se ridiculariza pelo figurino "de época" que teve que usar.
Fez teste e perdeu o papel de irmão de James Dean no filme "Vidas Amargas", Richard Davalos acabou vencendo a disputa.
Chamou a atenção na europa pelo filme Exodos e ganhou o premio de melhor ator principal no festivald e Cannes em 1960.
Por mais estranho que possa parecer, a sorte do ator começou a mudar, quando James Dean morreu em um acidente de carro.
Em sua terra porem (USA) ainda era olhado com disconfiança.
A Warner tinha um filme a ser feito e o protagonista seria Dean, desta forma, Paul Newman foi escolhido como substituto,o nome do filme...Hud.
Desempenho foi reconhecido pela critica e recebeu uma indicação ao Oscar.
Bom...os outras informações podem ser obtidas atraves do google, o que eu escrevi acima, foi de alguns documentarios que assisiti pela tv a cabo.
Durante algum tempo tive uma certa implicancia com Paul Newman, o achava um imitador de Marlon Brando, mas depois lendo sobre sua biografia e assistindo seus filmes sem preconceito, vi que se tratava de um ator de muito respeito, ganhou um oscar pelo filme "A Cor do Dinheiro" curiosamente um dos seus desempenhos mais fracos.
Para quem quiser assistir o que a de melhor na filmografia deste ator, assistam filmes como "Rebeldia Indomavel", "Butch Cassidy and the Sundance Kid", "Gata em teto de Zinco quente", "Desafio a Corrupção" , "Golpe de Mestre" e "O Veredicto".
Paul Newman - Rest in Peace

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Batman "O Cavaleiro das Trevas"


Estava com vontade de escrever uma critica ao melhor filme do ano(na minha modesta opinião).

Mas acebei me deparando com o site mais mal-humorado da rede "zerozen" e os gauchos escreveram uma critica impecavel sobre "Batman-O Cavaleiro das Trevas".

Espero que gostem..eu achei muito bem escrita.


Todas as críticas feitas a Batman - O Cavaleiro das Trevas partem de uma premissa errada. Querendo ou não, as pessoas comparam o trabalho de Christopher Nolan com os desastrados, patéticos e pífios filmes anteriores de Tim Burton e Joel Schumacher. Ora, por favor... Até um documentário de três horas sobre torradeiras elétricas é melhor do que qualquer um dos Batman dirigidos por Burton. Quanto a Schumacher é melhor nem comentar...


Por exemplo, quem em sã consciência poderia elogiar a atuação feita por Jack Nicholson como Coringa. Um sujeito gordo, velho, decadente e acabado seria a mais perfeita encarnação do mal? É muita galhofa. Por isso é que a atuação de Heath Ledger vem sendo chamada de genial. Também pudera... em comparação com um sujeito que precisa usar sapatos de palhaço para poder ver a ponta dos pés...


Batman - O Cavaleiro das Trevas começa após dois anos desde o surgimento do Batman (Christian Bale). Agora, os criminosos de Gotham City morrem de medo de sair à noite. Basta ver o bat-sinal para pensarem duas vezes antes de cometer alguma atividade ilegal. Porém, o cruzado embuçado não está sozinho na sua luta contra o crime.


Ele conta a providencial ajuda do tenente James Gordon (Gary Oldman). Além do reforço obtido com o promotor público Harvey Dent (Aaron Eckhart). O sujeito é incorruptível e vem lutando para enjaular os mafiosos de Gotham. Tanta simpatia desperta as atenções de Rachel Dawes (Maggie Gyllenhall), que acaba mandando Bruce Wayne pastar. Aliás, o triângulo amoroso proposto elo filme não funciona. Muito por culpa de Maggie que é boa atriz, mas nem de longe é uma atriz boa


No meio de tudo isso, em um momento dispensável e desnecessário, cidadãos comuns, inspirados por Batman, se disfarçando de Homem-Morcego e tentam fazer justiça com as próprias mãos. Claro que o homem-morcego não vai aceitar muito bem a nova concorrência...





Depois de verem suas planos frustrados e cansados de tanto apanhar, os chefes da Máfia, cometem um terrível erro. Acabam aceitando a oferta de um sujeito estranho, a um passo da insanidade, que insiste em usar maquiagem de palhaço sobre cicatrizes... Seu nome? Coringa. Ele garante que irá matar Batman e fazer com que Gotham City volte a ser a cidade preferida de todos os criminosos.

Nem é preciso dizer que Heath Ledger (que morreu pouco antes do lançamento de "O Cavaleiro das Trevas" no cinema - isso sim é que é marketing agressivo) faz uma interpretação muito mais crível do que Jack Nicholson. Duas cenas merecem destaque: o desaparecimento de um lápis e a explosão de um hospital. Agora, o palhaço do crime é uma espécie de psicopata assassino tão ou mais louco que o próprio Batman. Como já foi dito antes, qualquer milionário norte-americano que sai à noite para defender os pobres e oprimidos só pode ser maluco....


Mesmo com tanta incoerência, é visivel o esforço do roteiro para tornar real o mundo de Gotham City. Bruce Wayne (Christian Bale) ao lado de seu fiel mordomo Alfred (Michael Caine) percebe, por exemplo, que está causando mais mal do que bem à cidade. Por outro lado, o cientista Lucius Fox (Morgan Freeman) é jogado para escanteio e pouco tem acrescentar ao filme. A não ser em sua breve participação em Hong Kong.


Sim, em uma sacada interessante do roteiro, Batman monta uma verdadeira operação de guerra, como um estrategista, para capturar um bandido em terra estrangeira. O que mostra que pelo menos alguém leu os gibis do homem-morcego. A partir daí, o filme alterna bons e maus momentos. Aliás, as cenas de ação melhoraram, mas as de luta continuam abaixo da crítica.


O roteiro é cheio de falhas grotescas. Por exemplo, alguém é capaz de explicar como terminou a invasão da cobertura de Bruce Wayne pelo Coringa? Houve alguma morte ou o palhaço do crime simplesmente explicou a todos os presentes que se tratava de uma "pegadinha" organizada pelo Sérgio Mallandro? Outro detalhe irritante: não existiam mais policiais em Gotham City na hora da perseguição com caminhões?


Por fim, há um um momento bizarro, completamente fora do espírito sombrio do filme. Depois de várias ameaças feitas pelo Coringa, a população de Gotham entra em pânico. Muitos decidem abandonar a cidade. Eles são evacuados em balsas, pois as pontes podem conter explosivos. Bem, no meio da travessia o palahaço do crime anuncia que colocou bombas em dois barcos - um deles repleto de prisioneiros perigosos. O detalhe é que cada um deles possui um controle remoto capaz de explodir o outro.

Se um deles usar o controle primeiro, o Coringa garante que não vai acionar nenhum explosivo no barco restante. No momento em que o prazo está prestes a se esgotar, um prisioneiro joga o controle remoto para fora da balsa a fim de salvar a vida dos civis! Será que ladrão vez isso só por que estava a fim de pagar seu pecados e morrer como um herói? Em San Francisco até pode ser, mas em Gotham?

Além disso, a mudança na origem do Duas-Caras decididamente não funcionou. Pelo menos, o roteiro percebeu que este é um personagem completamente dispensável. Para fechar com chave de ouro, existe um momento Thundercats onde o Batman adquire uma espécie de visão além do alcance completamente dispensável...A coisa é tão ridícula que Joel Schumacher poderia ter pensado nisso...


De qualquer maneira, Batman - O Cavaleiro das Trevas segue respeitando a essência do personagem. Christopher Nolan pode ficar traqüilo. Perto de Tim Burton e Joel Schumacher ele é um gênio do cinema. E se o filme não é a melhor história baseada em uma HQ, pelo menos tem o melhor final....

Jota Tavares

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Para relaxar rs!

Frases de efeito:
1- O amor é como capim: você planta e ele cresce. Aí vem uma vaca e acaba com tudo.
2- O novo e-mail do governo é: planalto@lheira.gov.br
3- Estamos numa época em que o Fim do Mundo não assusta tanto quanto Fim do Mês (verdade)
4- 90% do meu dinheiro eu gasto com bebida. Os outros 10% são do garçom
5- Galileu, quando afirmou que o mundo girava só confirmou o que nós bêbados já sabíamos!!! (fantástica)
6- Marido é igual a menstruação: Quando chega, incomoda; quando atrasa, preocupa.
7- Se o horário oficial é o de Brasília, por que a gente tem que trabalhar na segunda e na sexta? (e num é?!!)
8- Roubar idéias de uma pessoa é plágio... Roubar de várias, é Monografia.
9- Não te cases por dinheiro, podes conseguir um empréstimo bem mais barato. (a voz da sabedoria...)
10- Não há melhor momento do que hoje para deixar para amanhã o que você não vai fazer nunca. (concordo 100%)
11- Sabe o que o argentino tem mais que o brasileiro? Tem mais é que se f.... (HAHAHAHAHAHA)
12- A verdadeira bravura está em chegar em casa bêbado, de madrugada, todo cheio de batom, ser recebido pela mulher com uma vassoura na mão e ainda ter peito pra perguntar : vai varrer ou vai voar?
13- Casamento é igual piscina gelada, depois que o primeiro tonto entra, fica falando para os outros: - Pula que a água tá boa. (experiência de vida isso.....)
14- Um cigarro encurta a vida em 2 minutos... Uma garrafa de álcool encurta a vida em 4 minutos... Um dia de trabalho encurta a vida em 8 horas. (profundo e preocupante... vamos parar de trabalhar...)
15- Se você é capaz de sorrir quanto tudo deu errado, é porque já descobriu em quem pôr a culpa.
16- Velho é aquele que quando jovem costumava ter quatro membros flexíveis e um duro. Agora tem quatro duros e um flexível.
17- O homem é o único animal que consegue estabelecer uma relação amigável com as vítimas que ele pretende comer. (sincera...)
Por:
Denise Azeredo Feitosa
Arquiteta e Urbanista

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

PARA ONDE ESTAMOS INDO MESMO?


Vivemos uma epoca cheia de incertezas,nao temos certeza se teremos emprego amanha,se teremos saude amanha,ate o ponto que ja nao ha certeza se nossos filhos terao um mundo habitavel amanha!

Parece pregacao de avo pra desvalorizar o tempo em que vivemos,afinal quem nunca ouviu sua avo falar: "Esse mundo ta perdido porque no meu tempo as coisas nao eram assim" bom,na verdade o mundo realmente anda meio caidinho desde que Marta Rocha tinha duas polegadas a mais na cintura e Hebe Camargo era uma linda debudante,o problema agora e como tudo e rapido em nossos tempos modernos,e nao estou falando de maravilhas tecnologicas,mas sim que ate nosso poder de auto-destruicao tbm ocorre de forma rapida nos dias de hoje.

Um dos bancos mais ricos do mundo acabou de pedir falencia,no mesmo instante 4.000 pessoas perderam o emprego aqui na City em Londres ( sem contar oque vao ser cortados a partir dos proximos dias ,os dois maiores bancos ingleses ja perderam 40% de seu valor na mesma hora,com isso ja estao cogitando unir as forcas e se tornarem somente um banco(oque os tornara o banco mais rico do mundo) parece otimo,mas nao e,com isso mais 16.000 bancarios irao perder seu emprego.

O engracado e que um amigo chegou pra mim rindo sobre o assunto porque como empregado de uma cafeteria ,ou seja nao sendo um empresario estaria a salvo dessa que pode ser uma crise de recessao ainda maior que a de 1939 quando a bolsa de valores estourou e se demorou 20 anos pra recuperar o estrago ,nao tendo a real dimensao do assunto,com a demissao daqueles 4.000 na City ,serao menos 4.000 pessoas a menos a ir almocar nos restaurantes locais,com isso a serao muitas demissoes tbm nos cargos destinados aos estrageiros,ou seja garcons,chefes de cozinha,faxineiros,esses agora sem dinheiro estao deixando de enviar uma quantidade absurda de dinheiro a seus paises,esse ja invariavelmente afetados devido a suas dividas com os bancos no exterior,tbm causando uma grande diminuicao na exportacao,oque tbm gerara perda de empregos nos paises que tem na exportacao sua estabilidade financeira.

Enquanto as pessoas nao entederem que o tal jeitinho brasileiro de tirar vantagem do que puder,nao e tao brasileiro assim,e esse egoismo de somente pensar em si e no agora estarao inevitavelmente condenando o mundo dos filhos que eles tanto usam com desculpa para cometer atos em defesa de sua sobrevivencia sem se preocuparem com o retorno.

Vivemos uma epoca de incertezas e retorno,estamos comecando a pagar os maus tratos dados aos nossos irmaos,aos nossos vizinhos e ao nosso mundo ,oque me faz pensar se nosso egoismo deixara algum futuro a nossos filhos.

Steve Cavalcanti - Pois nem so de comedia e bom humor vive minha pessoa :) dando meu pitaco aqui no Evacuo

o risco de uma decisão apressada

Você é bom em 'TOMAR DECISÕES'?

Um grupo de crianças brinca próximo a duas vias férreas. Uma das vias ainda está em uso e a outra está desativada. Apenas uma criança brinca na via desativada, enquanto que as outras, na via em operação. O trem está vindo e você está exatamente sobre aquele equipamento que pode mudar o trem de uma linha para outra.Você pode fazer o trem mudar seu curso para a pista desativada e salvar a vida da maioria das crianças. Entretanto, isto significa que a solitária criança que brinca na via desativada será sacrificada. Você deixaria o trem seguir seu caminho? O que você faria? Discuta e anote a decisão e por quê? RESPOSTA: A maioria das pessoas escolherá desviar o trem e sacrificar só uma criança. Você pode ter pensado da mesma forma, eu penso. Exatamente, salvar a vida da maioria das crianças à custa de uma só criança é a decisão mais racional que a maioria das pessoas tomaria, moralmente e emotivamente. Mas, você pensou que a criança que escolheu brincar na via desativada foi a única que tomou a decisão correta de brincar num lugar seguro? Não obstante, ela tem que ser sacrificada por causa de seus amigos ignorantes que escolheram brincar onde estava o perigo. Este tipo de dilema acontece ao nosso redor todos os dias. No escritório, na comunidade, na política... E especialmente numa sociedade democrática, a minoria freqüentemente é sacrificada pelo interesse da maioria, não importa quão tola ou ignorante a maioria seja e nem a visão de futuro e o conhecimento da minoria. Além do mais, se a via tinha sido desativada, provavelmente não era segura! Se você desviou o trem para a outra via, colocou em risco a vida de todos os passageiros! E em sua tentativa de salvar algumas crianças sacrificando apenas uma, você pode acabar sacrificando centenas de pessoas. Se estamos com nossas vidas cheias de fortes decisões que precisam ser tomadas, nós não podemos esquecer que decisões apressadas nem sempre levam ao lugar certo. Lembre-se de que o que é correto nem sempre é popular... e o que é popular nem sempre é correto. E que todo o mundo comete erros; foi por isso que inventaram a borracha e o apagador!

'De tanto ver as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra; de tanto ver crescer a injustiça; de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter a vergonha de ser honesto!' (Rui Barbosa)